Número de divórcios freia, mas são 45 por dia
O número de divórcios no
Estado de São Paulo dá sinais de que vai se estabilizar depois da alta em 2010,
quando não precisa mais esperar dois anos de separação para o término de um
casamento; conforme uma Emenda à Constituição. O novo divórcio direto cresceu
45,11% no Brasil de 2010 para 2011. Nos anos seguintes, a ruptura do casal em
cartório freou: o total de divórcios passou de 17.534, em 2011, para 16.537 (45
por dia), em 2012.
O novo modelo de ruptura da união conjugal, deu as pessoas a faculdade do divórcio direto, que nas varas de família significou o fim do estado civil de separado; que significava um estágio de dois anos sem vida em comum com o outro, o qual não podia se casar de novo.
A rapidez do divórcio direto é pular a etapa de separação, um processo mais demorado por envolver o debate sobre a culpa do fim da relação como:- abandono do lar ou violência doméstica. Um dos atrativos da onda de divórcio recente foi tornar desnecessária a acusação sobre o cônjuge culpado.
Apesar de a Justiça paulista entender que a separação está superada, e a necessidade de decretação de culpa também, alguns tribunais no País ainda são mais conservadores e permitem os separados. "O Superior Tribunal de Justiça ainda não tem decisão específica sobre essa matéria", diz o advogado Arnaldo Rizzardo, do Rio Grande do Sul, onde os casais ainda podem escolher a separação
Fonte – AASP
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