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sexta-feira, 22 de agosto de 2014

OS 10 ERROS NAS REDES SOCIAIS QUE PODEM CUSTAR SEU FUTURO EMPREGO

PENSE ANTES DE POSTAR


Com o uso disseminado das redes sociais, cada vez mais empregadores estão se voltando para elas em busca de informações adicionais sobre os potenciais candidatos em um processo seletivo. Mas, segundo uma pesquisa do site de carreira CareerBuilder, eles não estão gostando nada do que descobrem na web.
Cerca de 40% dos empregadores admitiram utilizar mídias sociais para pesquisar informações extras sobre os candidatos para uma vaga. Dentro deste grupo, mais da metade dos recrutadores disse ter encontrado informações de que o levou a não contratar o candidato.
O site ouviu mais de 2.138 gerentes de contratação e profissionais de Recursos Humanos e listou os comportamentos nas redes sociais que mais provocam rejeição dos empregadores. Confira quais são eles:
  1. Candidatos à vaga publicam fotos ou informações provocativas ou inadequadas - 46%
  2. Postam fotos ou informações sobre bebidas e uso drogas - 41%
  3. Reclamam de ex-colegas ou da empresa anterior - 36%
  4. Mostram baixa habilidade de comunicação - 32%
  5. Postam informações discriminatórias relacionadas à raça, sexo, religião, etc - 28%
  6. Mentem sobre qualificações - 25%
  7. Compartilham informações confidenciais de empregadores anteriores - 24%
  8. Têm ligações com práticas criminais - 22%
  9. Têm apelidos não profissionais - 21%
  10. Mentem sobre uma ausência na entrevista - 13%

Fonte: Economia Uol


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segunda-feira, 23 de junho de 2014

7 ATITUDES QUE PODEM LHE CUSTAR O EMPREGO

Especialista aponta 7 atitudes que podem fazer você perder o emprego

Uma carreira profissional pode ser construída com a formação necessária, atualização constante, desenvolvimento de habilidades, determinação, motivação e um plano de ações efetivas, de acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, Villela da Matta. 
Porém, para se tornar um profissional eficaz e alcançar uma boa posição no mercado de trabalho, "além de tudo isso, é preciso evitar atitudes que acabam atrasando a carreira", afirma o executivo.
Ele aponta sete atitudes que podem te fazer perder o emprego. Confira:
Atitudes que podem fazer você perder o emprego
  • Faltar e atrasar 
    Faltar por qualquer motivo pode ser interpretado como descaso. E, se o funcionário parece não precisar da empresa, a organização também acaba não precisando dele. Cumprir seu horário de entrada e saída é um passo importante
  • Não mostrar resultados 
    Comparecer ao emprego todos os dias não é suficiente para demonstrar compromisso com o trabalho. A empresa precisa de resultados e não apenas de ações. Não se inteirar sobre os procedimentos da empresa pode ser interpretado pelos gestores como falta de interesse
  • Falar mal do chefe 
    Falar mal do chefe ou de alguém importante na empresa, além de demonstrar falta de ética e de respeito, pode demosntrar imaturidade. Portanto, meça as palavras e evite comentários indelicados
  • Usar telefone para assuntos pessoais 
    Utilizar os recursos da empresa de forma imprópria é mais um ato a ser evitado. Não use o telefone da organização para assuntos pessoais, use o computador apenas para o trabalho e deixe para conferir as redes sociais e fazer compras online em casa
  • Não admitir erros 
    Ter o ego muito elevado e não admitir erros são atitudes que prejudicam a sua evolução profissional. Humildade é uma característica essencial para quem deseja conquistar o respeito de todos na empresa e oportunidades de promoção
  • Perder o foco 
    Períodos de inatividade somado ao estilo 'deixa a vida me levar' não leva ninguém a lugar nenhum. Os líderes percebem aqueles que são focados, determinados e decididos a crescer em suas carreiras. As oportunidades surgem para essas pessoas
  • Não se enquadrar nos valores da empresa 
    Se os valores do indivíduo estão aquém da empresa, será fácil arranhar a imagem. Mesmo que seu objetivo não seja permanecer no emprego por muito tempo, cumpra seu papel de profissional, seja competente e ético para ser sempre bem visto pelos seus antigos empregadores
Fonte: Economia Uol

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

7 ERROS CLÁSSICOS DE QUEM ACABOU DE SAIR DA FACULDADE

A combinação de medo, imaturidade e pressão acaba fazendo muitos jovens recém-formados caírem em erros que podem comprometer a estreia deles no mercado.

Para muita gente, os próximos dias sinalizam o fim de uma era e o início de uma nova fase de vida: o momento em que deixa para trás o status de estudante universitário e migra para a condição de profissional formado.
O frio na barriga diante do horizonte ainda informe é intenso nesta fase e a pressão, idem. O problema é que a combinação de medo, imaturidade e pressão acaba guiando muitos jovens recém-formados para escolhas erradas de carreira. Veja quais são: 

1 Atirar para todos os lados
Na transição entre a condição de estudante para a de profissional formado, muitos ex-universitários tendem a mergulhar em uma profunda ansiedade para encontrar logo um emprego para chamar de seu.
O problema? No afã de carimbar logo a carteira de trabalho, muitos atiram por todos os lados e tomam decisões apressadas capazes de comprometer todo um futuro profissional. 
“Eles precisam mapear o mercado e selecionar o que realmente tem a ver com ele”, diz Elvira Berni, sócia-diretora da People on Time Consultoria. Neste momento, ainda não dá para ter um plano de carreira definido, explica a especialista, mas é essencial ter uma diretriz – uma direção de que tipo de rota o jovem profissional pretende caminhar. 

2 Fazer de tudo para ter um emprego em janeiro
Outro fato importante que muitos jovens se esquecem: se você terminou a faculdade agora, não precisa necessariamente já estar com um emprego fixo no dia 1º de janeiro.
 
“Eles pensam que precisam ganhar dinheiro para se aposentar aos 30 anos com 1 bilhão de reais na conta”, brinca Elvira. Quando, na verdade, deveriam estar preocupados com uma única coisa: experimentar e viver coisas novas, de acordo com a especialista. 

“Em vez de já entrar no mercado, por que não viver uma experiência nova, conhecer outras expectativas e, provavelmente, melhorar muito como ser humano?”, questiona.


3 Achar que é a última (ou a pior) bolacha do pacote
“Alguns nesta faixa etária se acham muito especiais, pensam que são muito melhores do que realmente são”, diz Elvira. “Isso faz com que eles cometam erros nos processos”. 
Nesta fase, é essencial saber que “uma coisa é o conhecimento teórico, outra é a vida profissional na prática”, afirma a coach Thirza Reis. Por isso, humildade é importante e, nesta fase, essencial. “É interessante que o formado baixe um pouco a bola”, diz a especialista. 
Na via oposta, há quem se muna de baixa autoestima e dê voz para a insegurança. O resultado é uma atitude paralisante e um medo intermitente diante de novos desafios – algo inerente aos primeiros passos da carreira.
O antídoto é o mesmo para os dois grupos: é preciso se conhecer melhor. Isso acontece por meio de processos de terapia, coaching ou conversas profundas com mentores, enumera Elvira - ou outras estratégias que gerem feedback e um quadro claro das fraquezas e fortalezas de cada jovem profissional. 

4 Ainda não saber o que o diferencia na multidão
Para estrear no mercado, é preciso se destacar. Mas como isso pode acontecer se tudo o que se tem no currículo são os diplomas de ensino médio e superior? Neste ponto, o autoconhecimento entra novamente em cena. “Ele tem que ter claro em que agrega de valor e no que pode melhorar”, diz Elvira. 
Um caminho é olhar para o que você fez nos quatro, cinco anos universitários, além das aulas, que pode contar pontos para o seu trabalho como efetivo. Acredite, de atuar na empresa júnior até fazer voluntariado: muitas atividades da faculdade têm potencial para alavancar a sua carreira no futuro. E sabê-las de cor pode ser um diferencial. 

5 Querer só a cereja do bolo 
Não se engane: início de carreira é “ralação”, como classifica Elvira. “Você precisa estar disponível para viver o interior do Brasil ou a área operacional”, diz a especialista. Segundo ela, são experiências assim que irão moldar os melhores profissionais. 
O problema é que boa parte dos recém-formados não vislumbra passar por isso. Pular etapas, rejeitar propostas mais desafiantes, não topar se esforçar um pouco mais – tudo isso pode comprometer o futuro profissional, sim. “Esta é a época da vida que é preciso roer o osso”, afirma Elvira. 

6 Engatar uma pós de cara 
Fazer uma pós-graduação sem ter muito claro o que se quer da carreira é um tiro no pé, segundo Thirza. "Às vezes, você não gosta de um assunto, mas se encanta ao trabalhar. Ou ama um assunto e na prática, não gosta. Por isso, partir direto para a pós é temerário", afirma. A exceção vai para quem já tem uma identidade profissional bem estruturada mesmo ao sair da faculdade. 

7 Não ter persistência
Para a maior parte dos mortais, a subida profissional é lenta – talvez muito mais do que você imagine. E para vencê-la é preciso persistência e paciência (muita, diga-se de passagem). Segundo Thirza, a consolidação de um profissional no mercado leva de dois ou três anos.
"Precisa de paciência, estrutura, foco e disciplina. Quem não tem dificilmente irá se estabelecer no mercado", afirma. “Agora, não é como no videogame quer você perde e tem outra vida. A vida é uma só, desta vez”. E paciência para edificá-la é fundamental. 

Fonte: Revista Exame

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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

8 MOTIVOS QUE PODEM LEVAR A UMA DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA

Cada empresa, evidentemente, tem suas próprias diretrizes e, da mesma forma que alguns dos casos apresentados aqui podem não ser levados em conta por algumas delas, outros fatores podem ser incluídos



Não é raro que desligamentos de funcionários se deem de forma traumática, às vezes para a empresa, às vezes para o empregado. Nos casos de demissões por justa causa, principalmente, os conflitos são comuns e acabam se prolongando até a Justiça. De um lado, o trabalhador procura se amparar em algo que justifique a falta e lhe permita uma reversão da situação. De outro, a empresa não abre mão do direito que a lei lhe garante, de demitir um colaborador diante de determinadas faltas graves.


Como diz a sabedoria popular, entretanto, melhor do que procurar remédio para os problemas depois que já são um fato, é evitar que aconteçam. Por isso, elencamos aqui algumas faltas que podem ser motivo para uma demissão por justa causa. Cada empresa, evidentemente, tem suas próprias diretrizes e, da mesma forma que alguns dos casos apresentados aqui podem não ser levados em conta por algumas delas, outros fatores podem ser incluídos. Por isso, uma dica importante também é ler atentamente o contrato de trabalho antes de assiná-lo, bem como o Estatuto ou documento afim da empresa.

Conduta imprópria

Aqui, há uma série de comportamentos inadequados que podem levar à demissão justificada. Exemplos: assediar sexual ou moralmente colegas, agredir física ou verbalmente, compartilhar materiais inadequados para o ambiente de trabalho (desde conteúdos eróticos até conteúdos de concorrentes), utilizar a empresa ou bens da empresa para fins pessoais ou de outro trabalho, utilizar o nome da empresa para se beneficiar etc.

Indisciplina

Desautorizar um superior ou mesmo, de forma mais direta, desobedecer uma ordem ou regra tácita pode complicar sua vida.

Chegar ao trabalho embriagado

Uma conduta inadequada para quase todas as ocasiões da vida que não são festas ou happy hours (e mesmo nesses casos os excessos são complicados!) não seria adequada para o ambiente de trabalho. Nos casos de dependência, cabe o bom senso da empresa, familiares e do próprio funcionário no sentido de buscar uma solução menos traumática que não a simples e mera demissão. Os vícios em geral (inclusive em jogos de azar), entretanto, podem acabar interferindo no rendimento do profissional ou mesmo na imagem da empresa, principalmente se o colaborador em questão ocupar cargos mais estratégicos.

Improbidade

Roubar ou contribuir para atentados contra o patrimônio da empresa, bem como causar danos graves a este e às pessoas com quem trabalha são coisas que podem levar à demissão por justa causa. Falsificar documentos como atestados médicos também pode ser encarado um problema sério.

Crimes fora do trabalho

Dependendo da gravidade e das consequências, podem justificar uma demissão. Em caso de condenação definitiva na Justiça pelo crime, muito dificilmente o funcionário terá chance de não ser demitido.

Não cumprimento das funções

Nem precisa de explicação. Deixar de cumprir as obrigações cotidianas, ser negligente, atrasos que atrapalhem o cumprimento dessas funções, ausências e demonstrar preguiça são coisas que podem justificar uma demissão por justa causa. O não cumprimento de metas, entretanto, é um dos pontos polêmicos dessa questão e, quase sempre, vai parar na Justiça e não há fórmula para esses casos. Tudo depende muito do que a empresa determinou ao fazer o contrato.

Quebrar o sigilo da empresa

Fazer algo como ser funcionário da Coca-Cola e entregar a fórmula secreta do refrigerante à Pepsi é demissão na certa. Mas, coisas menores nesse sentido também podem ser fatais. Por isso, tenha cuidado ao conversar com amigos sobre pormenores discutidos na empresa.

Abandono das funções

Se você resolver dar uma sumida, tente voltar em menos de 30 dias, pois ainda terá uma chance de argumentar (embora vá ser muito difícil convencer!). Depois de um mês longe do trabalho, sem dar satisfação alguma, a empresa pode determinar a demissão por justa causa. 


Fonte: Administradores.com.br

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